O Jardim da Rosa

Atualizado: 27 de Dez de 2018


Um dia cansado,

O peso nas costas: ‘perfeito e tudo bem!’

Mais uma mala e uma mochila,

Eu era cheia,

Pra dizer o mínimo...

Tentava com toda força continuar serena, mas como sempre, por dentro rebelde,

Não, meus cachos não mentem!

Era eu...Sou eu...

Cheguei e me reconheci,

Vi sua beleza em espelho,

Eram pretos, azuis, ochras, marrons, verdes,

Eram todas... Todas as cores...

Pinceladas fortes e doces em papel branco....

Você se lembra?

‘Eu me lembro, sou papel em branco’.

Eu me sinto tempestade, ‘mas você é tempestade...’

Mesmo eu, daquele modo simples em botão.

Mesmo enquanto me escondia,

‘Achei que era a rainha do meu esconderijo,’

Você me achou,

E viu-me completa, inteira,

Era ver em águas claras,

Estava lá,

Era só...

Descobrir,

‘Mudar a perspectiva?’

Assim, eu deixei que visse minha alma através das profundezas(?) [rasas(!)], dos meus olhos,

Talvez um pouco grandes demais,

Sinceros demais...

Bem, é o que dizem...

E ainda assim me vi em amor...

Belíssimo....

.

E daquele momento em diante eu recebi a missão de mudar tudo, mudar o mundo inteiro!

E mesmo que esse mundo seja ainda só o meu...

Eu decidi florescer

.

.- Meu, pra mim - .

 textos... 

Nailê Rabelo Atelier

aquarelas|sketches|textos|eventos

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