Nailê Rabelo Atelier

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Lembranças em Rue de La Citè

Atualizado: 27 de Dez de 2018


Cheguei!

Passou-se um ano

Da noite que mudou toda a minha vida

Talvez duas ou três vidas...

Era um peso saber de antemão

Mas que alívio também

Não era o fim

Era um fim

Graças a Deus!

Conformar e acostumar

São simplesmente duas dores horrores

Que aperto!

Mas agora eu sei,

Mulheres jamais serão Reis

Homens jamais serão Rainhas

Eu ganhei a Colher de Prata pra isso!

Está no meu dedo,

O de compromisso

Pra lembrar

Mas mesmo em sonho

Ainda sou três partes de um todo que não encaixa

Ainda!

A parte que está aqui, vê pouco

Ainda!

Parte está naquele sonho

E a terceira é passado distante

Aí... ainda...

Ontem foi daqueles dias que esvai,

Foi em Paris

Eu andei pelo Sena

Eu podia ouvir as carroças,

É o terceiro sonho,

Eu em Robinwood

Eu ouvia cavalos, saltos, sapatos

O sino

É a hora!

Então boom é sonho dois,

A verdade é nova, mas eu a sinto muito

Sinto os “ainda não, não ainda”

E então deixo passar...

Como eu sei?

Foi um vislumbre de Agora!

Foi certeza!

Então...

Enquanto isso eu espero...

Espero e espero

Confiar no desconhecido

Sim!

Estou tentando a todo custo

Não!

Sim, não posso tentar

Um positivo e um negativo

É um não imperativo!

Aí Deus!

Uhhh que escuro

Vou acender uma vela

É começar a confiar

Pra me lembrar que ontem esvai mas

Hoje Reluz!

Só sei que toda noite

Está sempre aqui

Mas hoje acendi a vela,

Coloquei na janela

Seu guia pela escuridão

Então já pode vir

E ah,

Por favor,

Um favor,

Reluz!

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