Diferentes Olhos Vêem a Mesma Terra

Atualizado: 27 de Dez de 2018


No fim de semana

Pra me diverty

Fui pra Paraty

Para my

Ver de um pouco

Respirar Casa

Da Cultura

Sempre pra minha amada

AquarelAmar

Expor

E passeei

No começo não quis carroçar

O cavalinho...

Mas Lourivaldo

Tão novo já conquistava o ser

Lembrei q meus olhos me vêem

Ao Vê-lo

Veja, pra ele, seu cavalo chama Sucesso

Haaa! Bravo!

Fomos feliz,q sortes

Precisei alguns pretos e brancos desliguei

Tenho feito

Ali era vez dos

Diferentes olhos verem

Um pouco mais amarelo

Um pouco mais fenda

Um pouco mais próprio

Um monte mais danado e

Desafiar uma mesma terra a

Mudar

Cm em Portugal

Uma época fora

Lançado a Mouros

Trouxe pra cá

O q já tinha

Pra resolver-se

Envolveu-se ParaMy

Fez-se muros

Tortos

Nas ruas

Que descoladas

Cantavam debochando

Dos tentadores conhecidos

Piratas

Que de fato nunca vieram

Porque sem fim de ruas

No Ato de manter-se

Só Veriam caminho se iluminar

Longo

Ao longo

Aço de proteção

Aí antiga Bola de Ferro

Vira

Tiros de canhão em invasores

Dá-lhes Sucesso!

Só-rri feliz

No passeio

Dos destinos escolhidos

Colhidos entre

Intercaladas casas

Um e dois andares, calados

Pra soltar a brisa

Preencher com sol

Dancei ao longo

Pra ver

Olhos

Triângulos

Avessos bodes

Nas portas

Da Crença

Crê ser

Quis combinar,

Vesti-me de abacaxi

No alto

Pra ser símbolo do Real

Que dupla na sacada!

De lá quebrei telhados de vidro

Pra refazer as telhas

Nas coxas

Daquele antigo barro

Capa-canal

Cada uma na sua tal

De tô nem aí

Minha frente já tem Eira e Beira

Lavradas de confiei

E nas minhas ruas que labirintei

Entra só se mostrei o caminho

Pára a carroça ali

E amarra,o burro?

Haaa não, Sucesso é um

Cavalo Alazão Alado!

Quer me encontrar?

Estou por aí

Sem mapa

Danada!

Brava!

Pode procurar

Tô lá

Pegando sol

Sentindo a brisa

Quando quisermos sombra temos

No meu beiral-mar

Me protegi andando nas rochas

De quase 400 anos

No caminho de Ouro

Vendo minha garra

Agarrada soltar-se

Soldar-se só em mim

Que brilho!O sol!

Apenas

As penas partindo

Voando na brisa

Ai ai, ca(o)ntei muito

Que fome...

E ali já conheço, PéDe-moleque

Eu pedi

E só agora aceitei

Quase na quarta

Só pra fugir daquelas

Três quinas

Nas esquinas

Marcadas da antiga perfeição

Chamada Maçons

Ficou c dúvida das expressões?

Vá ParaTy

Lourivaldo te conta

Passeando c Sucesso!

Estou certa!

 textos... 

Nailê Rabelo Atelier

aquarelas|sketches|textos|eventos

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