Índios Selvagens

Atualizado: 27 de Dez de 2018


Vou contar, uma história

E mudar um monte

Pra ficar mais...

Interessante!

No México

Uma antiga tribo indígena

Como eu,

Dizia que nascemos

Com foguetes no peito

Plural

Podem ser palavras

Ações

Ou pessoas

Com qualquer fogo

Até vela

A nos acender

Mas não podemos sozinhos

Outros

E quando aceso

Fogos de artifício!

Que lindo

É sempre possível

Pensei

Lembra Anos Novos

Todo dia, a cada dia

Mas muita responsabilidade de mim

Em noutras mãos.

Então para uma moça triste

Ele cantou

“Existe muitos meios de secar

Fogos molhados

Água?

De olhos, céu, mar, rio, lago, coração, poça?

Posso?

Não se pré-ocupe

Basta esperar

Pra descobrir

É sempre possível

Vou ajudar”

Amei, conheci

Reconheci

Que me vi

Em mim, a mais, e mais

Que é mais

E continuou

Mas no dia que(m?)for capaz

De acender todos

De uma só vez

Será uma luz

Tão forte

Linda

Pura

Que será capaz de brilhar todo túnel

E te levará

Elevará

Àquele lugar

Que você esqueceu

Quando nasceu

Lindo!

Mas algo não cheirou bem

Entendo inspirar e

Incentivar em luz de avanti, mas...

Então parei,

Ouvi, senti

Respirei

Era ar parado

De caverna fechada

Iluminada só por lanternas

Em só deixar

Pensei... Toquei

Ahh

Você pode sim,

Mas não só,

Pode também,

Então começa a

Escolher

Permitir

A Sós

Responsabilizar-se

Veja,

Ao invés de já dividir

Posso antes

Descobrir

Cavocar

Pensar

Sem mapear - não controlar

Só tocar

E reconhecer

Me ver

E quando descobrir

Cada canto

Peculiar

Particular

Poderei apresentar

Sagrado

Segredo

E descobrir outro

E então serão dois

Agora Dividir

Pra Multiplicar

A matemática de amar

E aprendi a lição

Em terra de Claddagh

Ou Fede em romano, com também

Aí quando vi, eu estava ali

Coroa em ser Leal

Mãos em ser Amiga

Coração em ser Amor

Dizem que esse laço você só pode ganhar

Então, eu me dei

De presente de

Bonne chance

Buona fortuna

Meu Tesouro

Não é só ouro, mas também

Aí em meu túnel

Fiz trovão

Que é mais,

Em trova

Brilho na noite

Pra clarear

Agora em sol

Não adia,

Que é dia!

Eu giro o sol

Girassol

Ainda sem fim

Mas melhor

Em começar

A me soltar

Liber(T)ar

Meu túnel em pintura

E enquanto isso

Grande beijo

Para cada fogo

De palavra

De ação

De pessoa

Em pessoa

De sentido

Em sentimento

Que toca meu caminho

Doces pessoas

Belos passos

Claras Fagulhas

No meu túnel

Que é Nosso,

Eu permito!

 textos... 

Nailê Rabelo Atelier

aquarelas|sketches|textos|eventos

Jundiaí - São Paulo - Brasil

11 2434 1922   /    11 9 5302 0252 

  • Facebook
  • Instagram
  • Pinterest

© 2019 por Nailê

  • Facebook
  • Instagram
  • Pinterest